março 20, 2017

PRINCÍPIO DA SEMANA #138

fe·li·ci·da·de- (latim felicitas, -atis)- Concurso de circunstâncias que causam ventura; Estado da pessoa feliz; Sorte; Ventura; Bom êxito.

Hoje é o Dia Internacional da Felicidade. Dia que "visa promover a felicidade das pessoas e mostrar como esse sentimento é fundamental para o bem- estar das nações".

Concordo. É fundamental. Mas também é sempre bom recordar que estas nações, não são uma entidade. Estas nações são compostas por... Pessoas. Essas pessoas somos nós. Cada um de nós. E, se existe algo que devíamos promover a cada instante deveria ser a felicidade. Afinal não é, supostamente, para isso que cá estamos? Apesar de muito se escrever e falar sobre, este é um tema que considero ser, sem dúvida, a busca do nosso santo graal. Passamos a vida inteira à procurá-lo|a|. Começamos no exterior. Pelos afectos, pela aceitação dos outros, mas e à medida que vamos crescendo isso começa a não ser suficiente. Ai começa o caminho, aquele em que facilmente nos perdemos. Tendemos a esquecer, como acumuladores de experiências, da verdade. Aquela que nascemos a saber e que como adultos passamos a chamar-lhe frase cliché- a felicidade está cá dentro.

Associamos felicidade a um estado que "um dia" havemos de ter, de sentir, a algo quase de inantingível quando a felicidade são "apenas" momentos. Ninguém consegue estar sempre aos pulos de feliz uma vida inteira, nem tão pouco 24h do dia. Mas, a verdade, é que negligenciamos esses momentos em prol do que ainda não temos, ou seja, preferimos, quase sempre, nos focar no que não nos faz feliz e viver nesse estado, do que o contrário. Parece, até, que vivemos melhor dessa forma. Somos uma espécie estranha. Estranha, porque se existe algo que a vida nos faz perceber das mais variadas formas é aquilo que realmente nos coloca um sorriso no rosto |e em todos os poros, órgãos do nosso corpo|. Até podem ser aquelas coisas que para os outros são insignificantes, mas para nós são tudo. São o nosso motor. Aquilo que nos move e que são simplesmente os nossos momentos de felicidade. O resto é, deveria ser, apenas isso, o resto. Problemas, situações, pessoas. Esse "resto" que não veio para ficar, deve merecer a nossa atenção sim, mas apenas com um único objectivo. O de resolver. Largar. Deixar. Libertar. De nós. Essencialmente. Não é esquecer, é escolher que este não seja o nosso foco.

Não podemos dar algo que não temos e por isso assim como uma fonte inesgotável também o é a minha procura de tudo o que me faz feliz. Faço as minhas descobertas, encontro a minha felicidade nelas, todos os dias. Nas 24h, de cada dia que passa, tenho os meus "5 minutes of everything", e por isso não me canso de defender o simples, porque desde sempre percebi que lá reside o meu santo graal. Esse "simples" é pura e simplesmente dar. Partilhar. A quem está. Na minha viagem. O chamado dividir para somar. |Simples assim|. ➸

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