junho 30, 2015

Das Boas Iniciativas (e Exemplos)- "PetWeek"

Esta semana a sede da Nestlé receberá, e pela sétima vez, nas suas instalações os amigos de quatro patas dos seus colaboradores, para que juntos vivam uma semana totalmente dedicada a fortalecer os laços entre os "donos" e os seus animais de companhia. Esta será uma edição que contará com a dinamização de inúmeras actividades lúdicas - desde desafios de agilidade e obediência, mostras de raças, demonstrações, campanhas solidárias – e durante a mesma será ainda proporcionado um conjunto de serviços especializados.

Para além de reconhecer o papel dos animais de companhia na nossa sociedade, o objectivo da "PetWeek" é promover a integração dos mesmos nas diversas áreas do dia-a-dia das famílias. Segundo um estudo recente da Universidade da Virgínia, EUA, os colaboradores que trazem os seus animais para o trabalho têm tendência a baixar os níveis de stress. Foi demonstrada uma redução de cortisol no organismo dos colaboradores que trazem os pets para o trabalho - uma hormona que está associada ao stress, que pode originar hipertensão, depressão e aumentar o colesterol. 

Estudos vários indicam que a presença dos pets no trabalho promove uma maior satisfação dos colaboradores e que ajuda a reter talentos, pelo facto de promover um melhor equilíbrio entre a vida pessoal e profissional de cada um. Para além das relações entre empresa e colaborador, a semana dedicada aos animais de companhia promove também uma maior interacção entre colegas de trabalho, bem como um ambiente mais descontraído que está associado a uma maior criatividade e produtividade.

Muitos Parabéns Purina pela iniciativa, que deveria seguir como exemplo a muitas outras empresas.
A meu ver, todas as semanas deveriam ser "PetWeek", pois e tenho os estudos a defender-me, os níveis de produtividade, o ambiente (e não só) das empresas em Portugal iriam certamente aumentar e melhorar bastante. Já tive a felicidade de o poder fazer, numa base diária e sei do que falo.

junho 29, 2015

Princípio da Semana #48

po·pu·lar - Relativo ou pertencente ao povo; Que é usado e desperta simpatia e afecto entre o povo; Vulgar; Plebeu; Muito conhecido; Notório; Democrático.

Estamos num mês em que a palavra popular impera. Junho para além de ser o início do Verão e da altura de férias é o mês em que de Norte a Sul do país existem um conjunto de comemorações e eventos populares a acontecer. 

Se olharmos para a definição do que significa a palavra popular, o que nos vem logo à cabeça é que popular refere-se a tudo o que pertence ao povo e isto muitas vezes tem uma conotação algo negativa. Como se se é do povo é menos bom. Mas a questão e que muitas vezes nos esquecemos é que povo, somos nós. Este Sábado passado participei pelo segundo ano seguido e a convite da marca em mais uma Festa Continente, a quem dou os meus parabéns por toda a organização. Enquanto lá estava dei por mim a pensar quão interessante é este conceito de povo, de popular, de popularidade, tudo palavras que se complementam. Participar em eventos como os santos populares, arraiais ou nesta mega festa do Continente, provoca em nós um sentimento de alegria, de celebração. Há quem torça o nariz por achar que este tipo de acontecimentos são para o povo (ou indo um pouco mais atrás na história, para a plebe, termo que costumo usar por brincadeira), mas a verdade é que todos, quer queiramos quer não somos povo. Não há como fugir ou negar, mesmo que se queira. E a verdade é que existe toda uma comemoração, todo um sentimento de pertença, de comunidade que por norma só sentimos quando participamos em eventos deste género. 

Porque no fundo o que leva 500 mil pessoas (!) a um evento, se não este sentimento? Por mais popular (lá está) que seja o Tony Carreira (a quem dou os meus Parabéns, pela simplicidade e por mais um excelente momento da sua carreira), não é apenas uma pessoa, por mais querida e admirada que seja, que move multidões a passarem um dia inteiro sob um sol de 40 graus à sombra. É mais que isso.
Existe uma cultura tradicional ou de massas, a cultura popular existe em todas as sociedades e é de fácil generalização, pois consiste conjunto de manifestações criadas por um grupo de pessoas que têm uma participação activa nelas e expressa uma atitude adoptada e transmitida de geração em geração. Cada um de nós tem no seu interior a noção do que é popular, e normalmente envolve áreas como a música, a gastronomia, literatura, etc. Obviamente que esta noção pode variar de pessoa para pessoa, mas que existe algo que acaba por ser generalizado e que é definido pela vertente da tradição.

Sou pessoa que me assumo como popular no verdadeiro sentido da palavra. Gosto de arraiais, feiras, louca por pechinchas e achados mesmo em lojas "impensáveis" para isso (e quem me conhece sabe que isso é verdade), festas do género da que fui este Sábado, manifestações (desde que acredite nas causas), futebol, praia (não deixa de ser uma prática popular), (amo) farturas, frango assado, caracóis, pastéis de belém ou similares, adoro comer na rua, oiço e danço música considerada pimba se for preciso, já vi (muitas) telenovelas, só não vejo actualmente por questões relacionadas com tempo e não tenho qualquer tipo de problema em admiti-lo. Sou popular e com muito orgulho.

Temos uma cultura popular fantástica, mostramos que conseguimos ser unidos e não só quando há jogos da selecção, somos e acredito dos povos mais solidários que existem. e a prová-lo temos os resultados (e apesar da chamada crise), que superam sempre as expectativas a nível de campanhas de cariz social, portanto não somos (apenas) aquele povo triste associado ao fado e à saudade que muitas vezes nos querem pintar. Somos muito mais que isso.

"Para bem conhecer a natureza dos povos, é necessário ser príncipe, e para bem conhecer a dos príncipes, é necessário pertencer ao povo". Maquiavel, Nicolau

Imagem © Direitos reservados

junho 26, 2015

Cascade Wellness & Lifestyle Resort

No fim-de-semana de 13 e 14 de Junho comemorou-se o Dia Mundial do Welness- Um movimento que une mais de 30 países em torno de um objectivo comum: Sensibilizar a população para os benefícios de um estilo de vida saudável, assim como incentivar boas práticas de alimentação, desporto e bem-estar. Foi este movimento que me levou ao Cascade Resort, em Lagos, que aderiu à iniciativa, oferecendo um dia de actividades saudáveis, tais como pilates, tai-chi, yoga, zumba, meditação, palestras e workshops sobre saúde e alimentação e ainda demonstrações de tratamentos faciais e (ainda) massagens. A acompanhar tudo isto tive ainda oportunidade de experimentar as refeições super saudáveis, mas ainda assim muito saborosas do Chef Luís Batalha.
Entrar no Cascade Resort, é como entrar num paraíso onde reina o silêncio e onde impera a tranquilidade e bem-estar. Tudo adjectivos de luxo hoje em dia. A combinação perfeita para fazer umas férias e/ou simplesmente pa.rar. O Cascade Resort é um espaço onde verdadeiramente é tudo 5 estrelas, desde o espaço ao serviço, passando por pequenos (grandes) pormenores como uma mensagem de boas-vindas personalizada.

Para além de não dar vontade de sair o quarto, o exterior do hotel é composto por três piscinas, uma delas de água salgada, duas piscinas para crianças, espaços verdes (imensos), uma sala de conferência para 100 pessoas, um kids club, dois restaurantes ("Senses" e "Moods", ambos à là carte), um bar Purpur e Champagne Bbar, um ginásio com luz natural, dois campos de futebol (com medidas FIFA), dois campos de ténis e o (fantástico) "Tainai Spa". A juntar a isto tudo temos ainda vista fantástica sobre o mar, pois o Cascade Resort fica no topo da falésia da Ponta da Piedade. 
Penso que as imagens falam por si.

junho 25, 2015

Sobre a Consultoria de Imagem #42

"Ganhas o ano, a vida e todos os pózinhos de Perlimpimpim do pacote, no dia em que descobres que o teu corpo é do tipo ampulheta e não redondo, quadrado, triangular ou de qualquer outra forma geométrica dos livros da primária, conforme pensavas. Ganhas o dia quando te dizem que afinal até tens bom gosto. Ganhas o dia quando te livras de tudo o que te disforma. Ganhas o dia no dia em que abres o armário e fazes um closet cleaning. 

Obrigada à pessoa que me retirou debaixo da ponte no dia em que fui lá parar (e que não foi hoje...) Porque te sou eternamente grata, porque nunca me esquecerei desse momento e porque és única ... OBRIGADA. Meninas, estão à espera de quê????"- 

Obrigada eu Alexandra!♥

Imagem © Direitos reservados

junho 24, 2015

Coqueta

Se não soubesse de antemão que a Coqueta é uma loja neo vintage onde podemos encontrar artigos em segunda-mão, à primeira vista nunca o dira. As peças assim como os acessórios que lá encontramos estão em muito, mas mesmo muito bem estado o que nos leva facilmente à dúvida se são realmente usados. A Coqueta é mais do que "apenas" uma loja de peças em segunda mão. O conceito surgiu de diversas viagens que ambos os proprietários fizeram pelo mundo, assim como da convivência de Ana (um dos proprietários com formação em design de Moda), durante algum tempo com diversos designers independentes em Buenos Aires. Desta convivência e experiência surgiu então a criação de peças de autor(a), “Coqueta by Ana Rosa” com peças totalmente design made em pequenas quantidades onde é tudo único, exclusivo e original, seja em tamanho como em padrão.
Este foi o meu conjunto de eleição

A Coqueta é para pessoas que procuram algo de novo, de diferente. Um conceito inovador que vale a pena conhecer no LX Factory- (Rua Rodrigues Faria 103).

"Na Coqueta cada peça está à espera de uma pessoa única".

junho 23, 2015

Passatempo Manolas- Resultado

E a vencedora do passatempo Manolas que vai usar um chapéu como este é:




Parabéns Maria!

junho 22, 2015

Princípio da Semana #47

tem·po- Série ininterrupta e eterna de instantes; Medida arbitrária da duração das coisas; Época determinada; Prazo, demora; Estação, quadra própria; Época (relativamente a certas circunstâncias da vida, ao estado das coisas, aos costumes, às opiniões); Estado da atmosfera; A época determinada em que se realizou um facto ou existiu uma personagem; Vagar, ocasião, oportunidade. Conjunto de inflexões do verbo que designam com relação à actualidade, a época da acção ou do estado.

"Do latim tempus, a palavra tempo é a grandeza física que permite medir a duração ou a separação das coisas mutáveis/sujeitas a alterações. O tempo dá lugar ao princípio de causalidade, que é um dos axiomas do método científico. A nível cronológico, o tempo, permite datar os momentos em que ocorrem determinados acontecimentos". O tempo continua envolto num mistério para a humanidade, foi é e será assunto de debate. A ciência, assim como a filosofia têm- se sempre debatido com várias indagações sobre o tema- se o tempo é absoluto, se é finito ou infinito, por que ocorre somente numa direcção, e se é ou não possível "viajar" no tempo.

Ao tempo estão também associadas muitas frases que muito proferimos. Uma das que mais tenho ouvido ao longo dos anos é a que diz que "O tempo tudo cura". Como se o tempo, como entidade abstracta que é fizesse como que um passo de mágica que por si só fizesse desaparecer tudo o que nos é penoso o doloroso. Como se o tempo nos isentasse de responsabilidade sobre a nossa própria vida... Na minha opinião, o que muda com a passagem do tempo é sim a forma como olhamos para as coisas. E algo que nos parecia muito feio ou doloroso, passa a fazer parte de nós, do nosso corpo, da nossa história e como tal é "digerido", aceite, e por vezes até (diria muitas), a maior catástrofe passa a ser a nossa maior conquista. Não é o tempo que muda as coisas, somos nós.

O tempo, o conceito de tempo, é para mim um tema apaixonante. Acredito que seja a palavra que mais devemos utilizar por dia. Se tivesse que o definir numa palavra diria curioso. O tempo é de facto muito curioso. É o primeiro dado adquirido quando nascemos, que todos temos um tempo por aqui, contudo esta noção é tão díspar entre nós. A verdade é que tudo acontece num tempo, tudo muda, todas as relações, todos os entusiasmos, todas as coisas. Todas as pessoas, experiências, todos os lugares têm um prazo de validade e tudo isso se mede em tempo. Nada é perfeito ou até mesmo satisfatório sempre. Todo o começo leva a um final e todo o final leva a um recomeço. O curioso, para mim, é observar como este mesmo tempo difere de pessoa para pessoa. Apesar de ser algo comum a todos nós, o tempo é sentido e vivido de formas completamente diferentes de pessoa para pessoa. 5 meses que para mim podem interiormente parecer 50 anos, para outra pessoa, que obviamente vê os acontecimentos do exterior, podem parecer uns "simples" e curtos 5 meses. A noção de tempo é também algo muito nosso, e é isto que torna este tema, a meu ver, tão interessante.

Se pensarmos como tudo pode mudar num segundo na nossa vida, e muda de facto, é quase um mistério entendermos porque é que as coisas são, na realidade, assim. Ao confiarmos no processo de evolução, vamo-nos apercebendo que a forma como as coisas acontecem são como devem de ser e exactamente no tempo em que têm de acontecer, mesmo que na altura nos parece ser exactamente o contrário. A realidade é inconstante sim e é um erro pensarmos que tudo o que temos é para sempre, ou será sempre igual. 

"Quanto mais precisas para viver, mais tens de trabalhar e menos tempo tens para ti. O maior dos luxos é o tempo. O tempo é o meu maior património". MEC

Imagem © Direitos reservados

junho 19, 2015

Verão Canino- Cãominhada

Neste próximo Domingo o Parque Florestal de Monsanto vai acolher um evento muito especial dedicado aos nossos amigos de 4 patas.

O "Verão Canino" vai decorrer junto ao Anfiteatro Keil do Amaral a partir das 9h30, inclui uma Cãominhada, um Pic-nic e uma demonstração das habilidades caninas com atividades de Agillity, Obediência e Flyball.

O objectivo do evento é sensibilizar a população para os inúmeros benefícios da nossa relação com os cães. A Casa dos Animais de Lisboa irá participar com alguns dos seus animais como forma de promover a adopção responsável. A participação é gratuita mas está sujeita a inscrição que pode ser feita online no site www.lpda.pt. (Apesar de no cartaz dizer que as inscrições são até dia 15, ainda é possível fazê-la. Acabei de fazer a minha e a da Brownie). 

Paralelamente é lançado o desafio aos participantes de contribuir com uma oferta destinada à Casa dos Animais de Lisboa e ao Centro de Recuperação de Animais Silvestres, equipamentos da CML localizados em pleno Parque Florestal de Monsanto.

Lista de material para oferta/doação:

Caixas de transporte de animais (vários tamanhos);
Toalhas turcas de diversos tamanhos;
Mantas;
Brinquedos para cão / gato;
Trelas funcionais de passeio;
Arnês para cão;
Camas de plástico de vários tamanhos
Stickers de roer;
Etc.

Participem e/ou divulguem!

junho 18, 2015

Termina Hoje- Passatempo Manolas

A Manolas é uma marca sobre a qual já tinha falado aqui. Como referi na altura a ideia nasceu da vontade e paixão de duas irmãs por produtos diferentes, únicos e personalizados. Como tal, a originalidade e também a portugalidade, está presente em todas as suas criações- um conjunto de peças personalizadas com produtos típicos do artesanato português para adultos e crianças.

A marca começou por criar peças (sempre personalizadas) a partir de botas, luvas e chinelos para o Inverno e a sua última criação foram os chapéus de palha. Uma vez que estes são definitivamente uma das tendências deste Verão, excelentes para usar quer na praia quer no campo (e por que não cidade?) em conjunto com a Manolas tenho um para vos oferecer e à vossa escolha! Este é o meu de eleição, mas há mais e giríssimos modelos.
Regras de Participação:

1- Clicar no "gosto" de ambas as páginas de Facebook: www.babiaunica.com e da Manolas;

2- Partilhar o passatempo no mural de Facebook;

3- Preencher este formulário até hoje às 23.59. (A vencedora será encontrada através do sistema Random).

Notas:

- Podem participar as vezes que quiserem, desde que de todas as vezes preencham o formulário e partilhem o passatempo no v/mural de Facebook;

- A escolha do modelo é limitada aos modelos existentes em stock.

junho 17, 2015

Wedding Havaianas

É habitual no Brasil os noivos oferecerem chinelos aos convidados para que estes se possam divertir, de forma confortável todo o dia (ou noite). Este ano a Havaianas traz esta "tradição" até à Europa com a criação de dois modelos especiais para casamentos, um de homem e outro de mulher. Ambos estão disponíveis para compra apenas através do site.
O modelo é em branco (apropriado, claro) e é possível escolher entre as Havaianas Top e/ou Slim, depois é só personalizá-las escolhendo até 3 pins exclusivos.

junho 15, 2015

Princípio da Semana #46



jus·ti·ça- Prática e exercício do que é de direito; Conformidade; Direito; Rectidão; Poder judicial; Lei penal; Punição jurídica; Uma das quatro virtudes cardeais.

Associamos muito a palavra justiça a termos legais, a leis, advogados, tribunais e afins. Mas justiça deriva do que é justo e do ser (ou não) justo. E sê-lo, verdadeiramente, é uma das maiores e mais difíceis qualidades de encontrar em alguém. Se nos for colocada a questão, acredito que todos, à nossa maneira, acreditemos que sim que somos justos. Mas, se pensarmos, bem, mesmo bem, de certeza que nos lembramos de alguma situação em que claramente não o fomos. Ou em relação a nós (a justiça também existe na nossa relação connosco), ou em relação a alguém. É das constatações mais penosas que podemos fazer, e que mais humildade nos exige- o admitir que não fomos corretos, justos. Que errámos com aquela pessoa ou que errámos em relação a nós. 

A expressão "a vida nem sempre é justa", pode ser considerada senso comum mas é a mais pura das verdades e somos e seremos várias vezes confrontados com ela, seja por que motivo for. Fazemos tudo o que está ao nosso alcance e que consideramos ser justo e correcto e mesmo assim não conseguimos alcançar o que gostaríamos, ou até perdemos algo que julgávamos ter. Agimos cheios de boas intenções e somos mal interpretados ou não somos reconhecidos. Queremos fazer e dar tudo o que temos e não é o suficiente... De tudo isto, de todas estas perdas resultam mágoas, lutos psicológicos que todos temos que passar. 

A questão é que a injustiça e quando a sentimos, seja em que área for, precisa e desencadeia uma resposta em nós. A injustiça desafia-nos. Desafia o mais profundo que há em nós. Acredito que tenha o poder de nos modificar, até. A questão é que este modificar não tem que ser necessariamente modificar para pior, como é subentendido. O "normal" quando somos vítimas de algo injusto é respondermos da mesma forma. Quremos um remédio, algo que nos faça sentir menos mal e assim agirmos sem pensar pois o que queremos é magoar quem nos magoou, queremos vingança, uma das palavras mais feias e das mais negativas que existem, na minha opinião. 

Apesar de por vezes poder parecer, não conseguimos deixar de deixar de procurar uma forma de melhorar o que nos rodeia, é algo inato em nós. Por isso podemos começar por em vez de pensarmos que quem não gosta de nós, ou nos magoa, deveria estar no "inferno", deveríamos pensar que certamente é um "inferno" muito, mas muito maior magoar e fazer coisas más aos outros.

Penso que o desafio é encararmos as nossas perdas e injustiças com o melhor que temos cá dentro e não o contrário, ou seja, com a maior bondade e força que conseguirmos ter. Isto não significa, de todo, ser permissivo com o nosso "agressor", ou nem tão pouco consentir sermos vítimas de algo que consideramos mau ou abusivo para nós. Significa, sim, não nos perdermos e não perdermos também a nossa capacidade de superação. O nosso desejo de vingança, de desforra, deve ser substituído pelo de reparação, já que este, sim, pode-nos dar a verdadeira compensação face a uma situação injusta.

Sonho com um mundo justo, ou pelo menos muito mais justo do que este em que vivo. Um mundo em que a palavra injustiça não existisse. Se é uma utopia pensar assim? É, reconheço. Mas não é essa consciência que me vai impedir de fazer a minha parte, ou tão pouco perder a fé.

Imagem © Direitos reservados

junho 12, 2015

É nacional e é bom: "Give Emotions"

Conheci a Give Emotions naquela que foi a primeira edição do Concept Fashion Design. A Give Emotions pretende como o próprio nome diz, oferecer emoções de uma forma, no mínimo, super criativa.
De forma simbólica, sentimentos como a Fé, Amor e a Saudade (essa palavra que é tão nossa) podem ser oferecidos e recebidos numa caixa que tanto tem de bonita como de original, ficando assim guardados lá (e cá) dentro, sendo o objectivo eternizá-los. 
Amei a ideia e quero dar mais uma vez os meus Parabéns à sua Autora que gostei muito de conhecer. As caixinhas podem ser compradas on-line, e em algumas lojas também. Mais informações, aqui.

junho 11, 2015

Princípio da Semana #45

pa·rar - Cessar no movimento ou na acção; Não passar além de; Estacar; Chegar a um termo ou fim; Residir; Permanecer; Conservar-se; Descansar.

Vivemos todos os dias e com isso não nos damos conta do ritmo, muitas vezes louco, a que o fazemos. Desde cedo aprendemos a nos movimentar, tudo em nós é movimento. Começamos a gatinhar e cedo começamos a andar e depois a correr. E a verdade é que este correr não é apenas físico. Vivemos numa sociedade em que temos que ser rápidos e em que até o dormir tem que ser rápido!... Acredito que a frase "não tenho tempo" seja proferida, pela maior parte de nós, pelo menos uma vez por dia. Fazemos tudo e mais alguma coisa em tempo absolutamente record e com isto esquecemo-nos do simples acto de parar. E vamos correndo e correndo. Começando, recomeçando, terminando. Sempre assim, neste ciclo.

O que acontece é que nos é tão necessário aprender o ritmo quanto a saber parar e como na maior parte das vezes não aprendemos este último somos forçados pela própria vida a fazê-lo. Infelizmente e por norma quando passamos por grandes crises emocionais, perdas, ou mesmo, doenças. E aí, por força de uma adversidade, ou várias até, somos forçados a fazê-lo. E não queremos. Porque parar de alguma forma não nos parece natural, porque não fomos ensinados a isso. Parece contra- natura e porque acima de tudo parar doí. E pode doer mesmo muito. E não queremos. Fazemos tudo para não sofrer, logo para não parar. 

Também acontece, muitas vezes, termos consciência que temos que abrandar, que parar, mas não queremos porque pensamos logo que não podemos, pois temos sempre taaanto para fazer ainda. E é verdade, temos, sim. Cada um de nós tem de facto muito para fazer, uns mais que outros é certo, mas todos temos a nossa missão, mas parar para pensar, não faz mal a ninguém e a grande lição que temos que interiorizar é que parar e saber parar não significa estarmos a estagnar os próprios movimentos da vida, pelo contrário, significa que estamos nós no controlo da velocidade adequada os movimentos diferentes da nossa existência, conforme o que estamos a viver e a sentir. Parar é também um sinal de inteligência emocional e de crescimento, pois parar é também, em si, uma atitude estratégica, pois e no ritmo em que nos impomos a viver é muito fácil não conseguirmos perceber os riscos e as precipitações que estamos a correr e a cometer, nem tão pouco o caminho que devemos percorrer. Parar aqui pode significar a diferença entre o sucesso ou (mais um) fracasso. A (grande) diferença entre a sabedoria e a precipitação. Parar é especialmente necessário antes de tomarmos decisões radicais e sobretudo que envolvam outras pessoas e vidas para além de nós. 

Precisamos de parar para ouvir a voz do nosso coração. Precisamos parar para ouvir a nossa intuição. Precisamos parar para reflectir sobre o sentido de tudo o que estamos a fazer. Precisamos de parar para, pelo menos tentar perceber, o porquê do que nos está a acontecer. Se por um lado a vida é movimento, por outro, ela exige constantes paragens. Saber parar é, também, saber viver, é sobretudo cuidarmos do bem mais precioso que temos e que muitas vezes nos esquecemos- O nosso EU.

"As vezes é preciso parar e olhar para longe, para podermos ver o que está diante de nós."- John Kennedy

Imagem © Direitos reservados

junho 03, 2015

Passatempo Manolas

A Manolas é uma marca sobre a qual já tinha falado aqui. Como referi na altura a ideia nasceu da vontade e paixão de duas irmãs por produtos diferentes, únicos e personalizados. Como tal, a originalidade e também a portugalidade, está presente em todas as suas criações- um conjunto de peças personalizadas com produtos típicos do artesanato português para adultos e crianças.

A marca começou por criar peças (sempre personalizadas) a partir de botas, luvas e chinelos para o Inverno e a sua última criação foram os chapéus de palha. Uma vez que estes são definitivamente uma das tendências deste Verão, excelentes para usar quer na praia quer no campo (e por que não cidade?) em conjunto com a Manolas tenho um para vos oferecer e à vossa escolha! Este é o meu de eleição, mas há mais e giríssimos modelos.

Regras de Participação:

1- Clicar no "gosto" de ambas as páginas de Facebook: www.babiaunica.com e da Manolas;

2- Partilhar o passatempo no mural de Facebook;

3- Preencher este formulário até ao próximo dia 18 de Junho. (A vencedora será encontrada através do sistema Random).

Notas:

- Podem participar as vezes que quiserem, desde que de todas as vezes preencham o formulário e partilhem o passatempo no v/mural de Facebook;

- A escolha do modelo é limitada aos modelos existentes em stock.

MU.DAN.ÇAS

O primeiro "Vamos falar de...", rubrica que assino a partir deste mês para a Edit Mag, revista que sempre gostei e admirei pelos editoriais, pela qualidade e diversidade de temas e sobretudo por ser nacional. Vale mesmo a pena lê-la.

junho 02, 2015

#Euvounatura

Há uns dias atrás fui assistir à apresentação da nova colecção da Natura e simultaneamente ao lançamento da nova loja on-line que está totalmente renovada e com um espírito muito mais moda como é objectivo da famosa loja do urso, que já existe em Portugal quase há 20 anos. Convido-vos a conhecer a colecção aqui, mas vou já adiantando que está cheia de peças, acessórios e calçado muito apetecíveis mantendo-se, por um lado, fiel à imagem a que nos habituou, mas com várias peças e calçado algo fora do seu tradicional, mais clean, na minha opinião, revelando assim crescimento e adaptação, o que é, sem dúvida, bastante positivo. Na imagem a seguir podem ver a camisa, as sandálias e o saco, todos óptimos exemplos que escolhi para demonstar isso mesmo:

Para além desta nova loja, a marca lançou também uma aplicação para telemóvel, disponível para Android e a partir deste mês para IOS, onde podemos ver todos os produtos, descobrir novidades e ser alertadas para as melhores promoções! Melhor ainda é que através dela sempre que visitar uma das lojas poderá receber descontos exclusivos através de um QR code da aplicação.

A marca pretende desta forma tornar-se acessível a todas as mulheres portuguesas, em qualquer ponto do país.

junho 01, 2015

Princípio da Semana #44

cri·an·ça- Menino ou menina no período da infância; Pessoa pouco séria, de pouco juízo; Menor de idade na faixa dos 0 aos 19 anos incompletos; Criação; Cria.

A primeira palavra que me surge quando penso em ser criança é pureza. Depois da pureza, vem a liberdade, a criatividade, a espontaneidade, a irreverência até. Quando pensamos em ser adulto surge imediatamente a ideia de ser sério, formal, disciplinado. Ser adulto pode-se resumir de forma muito simplista em assumir e cumprir responsabilidades.

Penso que na nossa sociedade há uma excessiva e algo esmagadora divisão entre ser criança e ser adulto. Quando em adultos alguém nos diz- "Pareces mesmo uma criança", isto tem uma conotação negativa. Sempre que o oiço, (e já o ouvi muitas vezes), oscilo muito entre pensar se é uma afirmação ou uma acusação... Coloco(-me), muitas vezes, a questão- Não será possível sermos crianças adultas e isso não ser visto como sendo necessariamente uma coisa má? Não será possível conseguirmos um equilíbrio interior que nos permita termos comportamentos de criança, quando sentimos necessidade, ou pura e simplesmente quando nos apetece?

Não concordo e nunca concordei com a, muito famosa, máxima de Rosseau, apesar de a ter ouvido e estudado vezes sem conta ao longo do meu percurso, que diz que "todos nascemos bons a sociedade que é que nos corrompe". Apesar de compreender, em mim, esta afirmação nunca me fez sentido pois acredito que seja possível que tal não aconteça. Apesar de todos, uns mais que outros, obviamente, passarmos por um processo de socialização, e de todos passarmos por muitas desilusões, dores, mágoas, acredito que seja possível nos mantermos sempre bons, puros, de certa forma incorruptíveis. Claro que temos que lutar por isso e principalmente ser fieis à nossa essência e a nossa essência vem do mais puro que há em nós, que começou a partir do momento que viemos a este mundo. É talvez das mais duras batalhas que temos que travar connosco e com a sociedade, o não perdermos a nossa, podemos chamar, infantilidade. E não deveria ser assim, pois não tenho a menor dúvida que o nosso equilíbrio interior vem da integração dos dois mundos: O da criança e o do adulto. Ambos existem em nós e não nos podemos apenas viver com um deles.

É imperativo para a nossa saúde mental, não perdermos a criança que existe dentro de todos nós. Acredito que seja "ela" que nos ajuda nos momentos mais difíceis, pois é a "ela" que vamos buscar força, é "ela" com a sua liberdade e sonhos que nos consegue fazer acreditar, vezes sem conta, que tudo há-de melhorar. Pois quando somos crianças e já temos alguma noção de realidade é assim que pensamos. Tudo há-de passar e melhorar. Deixamos o tempo fazer o seu papel. E em adultos temos muita, diria imensa, dificuldade em fazê-lo. Achamos sempre que temos de fazer coisas, de tomar decisões, seguir regras, normas de conduta, estar em constante movimento e muitas vezes não temos mesmo que fazer nada. e apenas seguir em frente.

Na passagem criança-adulto perdemos, muitas vezes, pelo caminho algo que nunca deveríamos perder- A magia. A nossa magia. A nossa magia é única. É composta pelos os nossos sonhos e esses convém (re)lembrar que nasceram connosco, quando somos crianças e que nunca, mas nunca os devemos perder.

"As crianças não têm passado, nem futuro, e coisa que nunca nos acontece, gozam o presente"- La Bruyère , Jean de

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